sexta-feira, 30 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
FILMES DE TERROR DE BAIXO ORÇAMENTO, TEM COISA MAIS TRASH?
eu adoro filme de terror, tanto que até já juntei uns amigos pra gravar com a câmera do celular um filminho no melhor (ou será pior?) estilo bruxa de blair, claro sem um final tão enigmático e sem noção igual ao filme. o resultado... uma bela lembrança e uma porcaria de filme caseiro, é que na época (odeio usar essa expressão, me faz parecer ter 100 anos) eu ainda era um pirralho, não sabia nem fazer equação de trigonometria... ok eu ainda não sei fazer isso, mas esse não é o assunto. bom, eu tinha adorado fazer aquilo e por incrível que pareça os outros também gostaram, até os mais velhos, aí eu percebi que tem coisas que a gente não faz só por receio de os outros acharem a coisa mais brega que há. depois de entender esse fato mais ou menos relevante o que eu fiz foi cair de cabeça e sair correndo e gritando no meio da rua com uma pessoa fantasiada de assassino atrás de mim e atrás dele outra pessoa com um celular um punho gravando tudinho (até as pessoas que passavam pela rua e não entendiam nada) pra depois mostrar para quem tinha paciência de assistir. nessa época (grrr) eu era muito trash e levava os amigos juntos. hoje eu dei um tempo em filminhos pra fazer postagens nesse blog, e esta valendo a pena porque as pessoas evoluem e eu agora tenho um ferramenta mais moderna pra divulgar as coisas trash da vida. mas meu celular continua com aqueles videos armazenados caso eu queira matar a saudade de tudo aquilo.
eu adoro filme de terror, tanto que até já juntei uns amigos pra gravar com a câmera do celular um filminho no melhor (ou será pior?) estilo bruxa de blair, claro sem um final tão enigmático e sem noção igual ao filme. o resultado... uma bela lembrança e uma porcaria de filme caseiro, é que na época (odeio usar essa expressão, me faz parecer ter 100 anos) eu ainda era um pirralho, não sabia nem fazer equação de trigonometria... ok eu ainda não sei fazer isso, mas esse não é o assunto. bom, eu tinha adorado fazer aquilo e por incrível que pareça os outros também gostaram, até os mais velhos, aí eu percebi que tem coisas que a gente não faz só por receio de os outros acharem a coisa mais brega que há. depois de entender esse fato mais ou menos relevante o que eu fiz foi cair de cabeça e sair correndo e gritando no meio da rua com uma pessoa fantasiada de assassino atrás de mim e atrás dele outra pessoa com um celular um punho gravando tudinho (até as pessoas que passavam pela rua e não entendiam nada) pra depois mostrar para quem tinha paciência de assistir. nessa época (grrr) eu era muito trash e levava os amigos juntos. hoje eu dei um tempo em filminhos pra fazer postagens nesse blog, e esta valendo a pena porque as pessoas evoluem e eu agora tenho um ferramenta mais moderna pra divulgar as coisas trash da vida. mas meu celular continua com aqueles videos armazenados caso eu queira matar a saudade de tudo aquilo.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
as vezes os incomodados tem razão
Tenho mil e um motivos pra pular de um penhasco e acabar com essa tentativa frustada de encontrar felicidade que eu chamo de vida. O problema é que aqui onde eu moro não tem penhasco, no máximo um barranco feito dos entulhos da loja de 1,99 da esquina. O outro problema é que eu não tenho coragem de me suicidar, resumindo, já que eu não posso fazer aquilo que aqueles livros dramáticos feitos para donas de casa amarguradas sempre dão a entender que é isso que pessoas infelizes deviam fazer então só me resta achar graça de tudo isso. Realmente, um cara conversando com um cachorro sobre assuntos que até certos adultos não conseguem entender é tão cômico quanto ver outro cara lançando palavrões pra uma partida de futebol na televisão. Esses são aqueles momentos que vão pra lata de lixo da nossa memória, mas não significa que você tem que evitar esse tipo de momento, não dá pra fazer coisas radicais ou interessantes o tempo todo, uma hora você tem que aceitar o tédio. Só não vai se acostumando, porque ninguém aguenta um mané peso morte imprestável. faça como eu: se tiver alguém incomodado com você no sofá então vá para o quarto, as camas são muito mais confortáveis.
Tenho mil e um motivos pra pular de um penhasco e acabar com essa tentativa frustada de encontrar felicidade que eu chamo de vida. O problema é que aqui onde eu moro não tem penhasco, no máximo um barranco feito dos entulhos da loja de 1,99 da esquina. O outro problema é que eu não tenho coragem de me suicidar, resumindo, já que eu não posso fazer aquilo que aqueles livros dramáticos feitos para donas de casa amarguradas sempre dão a entender que é isso que pessoas infelizes deviam fazer então só me resta achar graça de tudo isso. Realmente, um cara conversando com um cachorro sobre assuntos que até certos adultos não conseguem entender é tão cômico quanto ver outro cara lançando palavrões pra uma partida de futebol na televisão. Esses são aqueles momentos que vão pra lata de lixo da nossa memória, mas não significa que você tem que evitar esse tipo de momento, não dá pra fazer coisas radicais ou interessantes o tempo todo, uma hora você tem que aceitar o tédio. Só não vai se acostumando, porque ninguém aguenta um mané peso morte imprestável. faça como eu: se tiver alguém incomodado com você no sofá então vá para o quarto, as camas são muito mais confortáveis.
sem paciência pra se sentir ridículo enquanto faz aquilo que nos deixa feliz, porque mais da metade da nossa vida é gasta com restrição. minha memória é péssimo mas por incrível que pareça eu sempre me lembro mais das coisas boas que vivi a séculos atrás. acho que eu faço questão de apagar memórias que não valem a pena. eu sou como fotografias: guarda apenas momentos felizes pra serem lembrados depois. ou vai me dizer que nas horas de depressão você pega seu celular e tira uma foto da sua cara de uva passa?
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